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Chuvas no Rio de Janeiro deixam a cidade em caos. Igrejas tentam ajudar, Gospel+ Rio tem equipamentos danificados

È na dor que se percebe a solidariedade. Igrejas do Rio de Janeiro e Niterói estão em ação para ajudar às vítimas das fortes chuvas que caíram no dia 06 de abril. Até o fechamento desta matéria, 120 pessoas morreram por conta do temporal que parou a cidade, o mais forte desde 1966.


O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB) afirmou que a chuva foi a maior já registrada na cidade. Em menos de 24 horas, foram 288 milímetros de precipitação (cada milímetro equivale a um litro de água por metro quadrado). Em 1966, choveu 245 milímetros em 24 horas –na ocasião, a chuva histórica destruiu a cidade.
O presidente Lula falou sobre o momento: “Que Deus mande a chuva para o sertão e o sol para o Rio de Janeiro para melhorar a nossa vida e a do povo do Rio”.
Até o momento foram registradas 39 vítimas no Rio de Janeiro, 49 em Niterói, 11 em São Gonçalo, uma em Nilópolis, uma em Paracambi e uma em Petrópolis.

Adriana Vieira, responsável pelo departamento de ação social da Primeira Igreja Batista de Niterói, região metropolitana do Rio, diz que a comunidade está se mobilizando em prol das vítimas do Morro da Boa Vista, próximo ao templo. Desde a noite desta terça-feira, dia 06, o local está recebendo doações de roupas, alimentos e kit agasalho. “ Muitas doações estão vindo de membros e vizinhos a igreja”, conta. Segundo Vieira, as doações estão “Muita gente perdeu tudo, inclusive parte da igreja sofreu com as enchentes. Estamos de plantão”, frisou. A Força Jovem Brasil, ligada a Igreja Universal do Reino de Deus, enviou equipes que vão passar por todos os pontos mais atingidos do Rio. Eles pretendem manter comunicação com a sede da igreja e vão informar as principais necessidades dos desabrigados.

Fonte: Creio / Gospel+

Parecer do Gospel+

O escritório do Gospel+ que fica no Rio de Janeiro, e alimenta a área de notícias, foi assolado pelas tempestades inconstantes. Até o momento da publicação desta notícia o local se encontrava sem luz e internet. Há registros de equipamentos queimados devido a picos de luz, além de funcionários ilhados ou encharcados. A filha de um ano do diretor de conteúdo, após se machucar, precisava ser levada ao hospital, o que não aconteceu devido as ruas estarem alagadas e fechadas.

O estado é de calamidade pública, o caos esta instaurado nas ruas devido ao fato de ninguém ter passado por algo semelhante antes. O Gospel+ pede oração a todos que estão sofrendo com essa fúria da natureza. Só Deus nesse momento.
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